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21 de Janeiro de 2011 Gente

Encontro com Cynthia Greiner, diretora de redação da revista, aconteceu no último dia 20.

 

A presidenta da República Dilma Rousseff recebeu, na última quinta-feira, em Brasília, a diretora de redação de CLAUDIA, Cynthia Greiner, e a editora de Atualidades da revista Patrícia Zaidan para a entrega da Carta de CLAUDIA, um dossiê que aborda as principais questões referentes ao universo feminino que devem entrar na pauta das políticas públicas para este governo.

 

“Vou ler A Carta de CLAUDIA com muita atenção e o que não estiver no meu plano de governo, vou incluir”, prometeu Dilma. No encontro, a presidenta revelou ainda que lê CLAUDIA todos os meses e que gosta especialmente da maneira como as questões de sexualidade são tratadas na revista.  

 

A Carta


O documento faz parte do movimento Ame sua Vida, iniciado por CLAUDIA em 2010 para comemorar os 50 anos do título, que serão completados em outubro deste ano. "CLAUDIA é a publicação que expressa a posição das mulheres nestes últimos 50 anos, e dentro desse contexto, discutimos também a situação política do país. Entregar esse dossiê à Dilma é uma conquista relevante, que mostra o peso e a importância da revista", afirma Cynthia Greiner.

 

No projeto Fale com Dilma, cerca de 3 milhões de mulheres foram convidadas a enviar ideias e sugestões à presidente por meio do site de CLAUDIA e de mais outros 12 sites femininos da Abril, além das redes sociais Orkut, Facebook e Twitter. O dossiê ouviu ainda 150 fontes, entre líderes femininas, líderes de movimentos sociais, empresárias, executivas e educadoras e é endossado por 100 entidades civis.

 

A Carta de CLAUDIA para a presidenta Dilma Rousseff tem 46 páginas, divididas em 12 pontos principais: salários e oportunidades; empreendedorismo; violência doméstica; segurança pública; igualdade em casa; saúde; direitos reprodutivos; sustentabilidade; maior representação feminina no poder; educação de qualidade; preconceito na sociedade e novas práticas políticas. "Fizemos um levantamento das necessidades da mulher que precisam se transformar em políticas públicas", explica Patrícia Zaidan.

Clique aqui para acessar a carta para a presidenta.


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